poisongirl
Quem inventou o amor? Explica por favor.
Legião Urbana (via maisumnasociedade)

São pequenos momentos que nos trazem grandes recordações. (b-c)

São pequenos momentos que nos trazem grandes recordações. (b-c)

Ele disse para ela ir se tratar, e então foi isso que ela fez. Tratou do cabelo, tratou da pele, tratou do corpo, tratou de conhecer gente nova, tratou de viajar, tratou de rir, tratou de se divertir […] E foi se tratando que percebeu que não precisa dele pra ser amada, e sem ele tratou de ser feliz.
Tati Bernardi   (via maisumnasociedade)
Meu discurso de formatura: “Só sei que nada sei… Nem sei como passei!”
umadoseabsoluta:

“O problema com o mundo é que as pessoas inteligentes são cheias de dúvidas, enquanto o estúpido são cheios de confiança.”

umadoseabsoluta:

“O problema com o mundo é que as pessoas inteligentes são cheias de dúvidas, enquanto o estúpido são cheios de confiança.”

Aos 12 anos, tive minha primeira paixão, e digamos que tenha sido uma das coisas mais engraçadas da minha vida, olhando agora. Eu ainda não sou das mais bonitas e muito menos das mais bem arrumadas, mas a cada ano que passa a gente melhora um pouquinho então imagine como eu era há 6 anos atrás. Enfim, ele era novo na sala e não era um Deus grego. Falava comigo sempre e tinha uma risada completamente irônica quando conversava, com todo mundo, inclusive com os professores. Mas não sei, eu me sentia realmente bem quando estava com ele. Talvez porque, apesar da ironia na risada e do sorriso de conquistador barato, ele falava com quase todos os alunos da escola e tratava a todos igualmente. Não mudava a troco de nada e quando alguém se mostrava ficar incomodado com seu jeito, aí mesmo que ele forçava pra ser chato. Sei lá, eu só achava que tinha algo a mais nele. Primeiro, percebi que gostava dele, que estava apenas afim. Depois, eu comecei a notar uma necessidade absurda de vê-lo todo dia, parei de faltar aulas só na esperança de ver aquele sorriso todo dia e ouvir aquele “Bom dia, maluca!” de sempre, comecei a ficar nervosa quando estava perto dele, comecei a me arrumar pra ir à aula e comecei a pensar se poderia ter algo entre nós. Contei pra minha mãe e pra minhas amigas, e todas elas falaram a mesma coisa “Vai lá, fala pra ele, você não vai saber se não falar”. Aquele belo discurso de encorajamento que não muda mesmo com o passar dos anos… Óbvio que a babaca aqui foi lá falar. Resultado? Como a maioria das paixões infantis, acabou em choro. É, eu chorei muito, chorei por dias e dias. Chorei até na sala, chorei na frente dele. Acho que por pelo menos uma semana, a única coisa que fiz foi chorar. Alguns anos depois, mas com personagens diferentes, a história começou a se repetir. Me apaixonei de novo, dessa vez eu nem precisei falar, porque eu via no olhar do garoto que ele não sentia o mesmo por mim. Também aprendi uma lição sobre chorar então só quando chagava em casa que eu trancava a porta, abraçava o travesseiro e chorava. Depois de uma semana, minha mãe bateu na porta com a maior fúria do mundo e disse “Pelo amor de Deus, é só isso que você sabe fazer? Espero que você resolva ser uma atriz de filmes dramáticos, porque se resolver seguir outra carreira, com certeza vai se frustrar. Para de chorar! Se você quer o cara, muda essa postura. Se arruma, se cuida, se joga. E se você acha que não tem chance, parte pra outra. Faz qualquer coisa, mas ficar aí chorar você não vai mesmo. Se não, eu gravo um vídeo seu nesse estado e mostro pro colégio todo”. Provavelmente, essa foi uma das lições mais valiosas que aprendi na minha vida. Não foi sobre paixões, não foi sobre amor não correspondido, não foi sobre a vida em geral. Eu aprendi que quando as coisas não dão certo, ou a gente muda a tática pra virar o jogo ou levantamos a bandeira branca. Só ficar lamentando não adianta.

Chorar não faz ninguém voltar, não faz ninguém ficar, não faz ninguém amar, por Brenda Moraes

(via maisumnasociedade)